quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Tempo

hoje é um bom dia para voltar a escrever.

Nunca tinha conseguido sentir o quanto o calor do sol, enquanto esperamos o farol para pedestre abrir aquece nossa cabeça. Fica realmente quente, se prestar bem atenção, poderia até incomodar...
Não que nunca tinha sentido calor na rua, mas hoje consegui perceber essa sensação detalhadamente. Já perceberam quanto a brancura da faixa de pedestres faz a testa franzir? O como o cheiro do asfalto quente incomoda nosso olfato e, os nossos olhos secam...

É uma fase, eu seu, hoje eu consigo prestar atenção nessas coisas. Realmente estava sozinha: Eu, meu respirar e o sol sob toda essa Terra.

Você é imperceptível. Se tropeçassem em você nessa situação, talvez te confundiriam com uma elevação da grama no canteiro. Nada faz diferença.

Igual mesmo é você não pensar por qual lado irá comer a coxinha e desenvolver uma teoria sobre isso. Como comer um sorvete de palito coberto por uma camada de chocolate, podendo desfrutar primeiramente da quase irritante sensação do açúcar em sua língua, para depois desfrutar do sorvete, refrescante, ameno, se deliciar. Ou ainda conseguir ter manias, daquelas inúmeras. Não pisar na linha da calçada, arrumar a calcinha no bumbum de tal forma que fique milimetricamente ajustada para ambos os lados do bumbum, fazer chapinha no cabelo, reparar no delineador da colega de trabalho... Saber que a recepcionista repetiu o mesmo par de sapatos durante uma semana inteira. E tudo isso, eu nunca consegui antes. Eu vivia apressada, sem tempo e nem mesmo sabia aonde estava indo.

A pressa nem sempre é inimiga da perfeição. Nunca fui perfeita, mas sim perfeccionista. E tinha pressa, nem sei mesmo para que. Ou seja, onde foi meu tempo?

Agora, eu o tenho dosado e dividido, ora ele falta sufocantemente, ora me sobra demais, nesses momentos, por exemplo, enquanto o farol abre: em que eu vou pensar?

O que eu vou pensar entre o xixi e o enxugar as mãos depois de lavá-las? O que faço nos meus 5 minutos de sobra do almoço? O que eu planejo no trânsito infindável? O que eu sonho entre o momento de deitar até o sono vir? Como eu começo a rezar? Como eu termino? Em que eu acredito enquanto eu espero o tempo passar? Que tempo? Quanto tempo? O que vai ser depois desse tempo?

Só restou-me uma alternativa, confiar.
Mas cadê a calma? Porque ninguém me ensinou esperar? Como esperamos? Distraio-me com que? Onde? Como? Com quem?

O jeito é confiar. E começar devagar...

domingo, 20 de junho de 2010

um estalo

Eu acho que agora é uma boa hora de eu voltar a escrever... Nunca senti esse exato sentimento que estou sentindo, não é medo, não é tristeza mais, não é desespero. É só uma grande ansiedade que eu não sei onde guardar, o que fazer exatamente com ela, não consigo bem respirar.

De uma hora para outra, a paixão tomou num piscar, em uma fração de segundos o lugar do amor. Estou completamente ansiosa, mais do que eu achei que poderia já estar. Eu acabo de sair de um emprego, acredito que seja mais por valores políticos e culturais do que qualquer outra coisa e, a gente percebe o quanto ainda é imaturo e de uma hora para outra, somos exigidos num ponto crucial ao ser humano, fundamental, mas totalmente complexo: maturidade. Não tenho certeza se já conheci alguma pessoa madura nesse mundo.

Só sei que precisaremos ser muito maduros agora.

As brigas eram constantes já, agora precisam sem falta rarear. Nossa paixão era realmente fervorosa e, agora quem toma o seu lugar é o companheirismo é a cumplicidade. Os sorrisos eram reais, mas não tão vicerais, agora são de ansiedade. As dúvidas não podem mais existir como antes. Traição? O que fazia? Ser feliz? Dá lugar a certeza de que teremos que nos adaptar, ainda com a certeza que muita coisa não é eterno, mas há coisas que são e são nossas responsabilidades...

E assim vai.

Eu lembro cada detalhe de como aconteceu. A culpa? Há vários culpados: a distração, a inoscência, talvez até a nossa ignorância e o amor, amor completamente vivido.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Réplica - Bom dia amor

Amor
O amor me roubou
o mal
O amor me roubou
a solidão
O amor me roubou
a tristeza
O amor me roubou
o medo
O amor que vc me
traz é o melhor amor
o amor que vc me
traz é o melhor amor
Não há medo nem solidão
há eu e vc, vc e eu
e fazemos o nós
Nosso carinho timído
nosso sorisso bobão
Nosso melhor amor
não há mal,
não há solidão,
não há tristeza nem medo
há eu e vc, vc e eu

Não sei como surgiu
só sei que tá aqui
não sei se vai ou se fica
só sei que tá aqui comigo
Todos os dias
quando abro os olhos
e quando os fecho
e essa vontade
de ter a cada minuto
me fazendo feliz e ter
a vontade de te fazer feliz
E os nossos planos
todos bem planejados
sendo executados na medida
perfeita.
é uma sinfonia bem tocada
com as notas bem encaixadas
Porque O amor que vc me
traz é o melhor amor

Juliano Chaves

A cutucada - Uma menina rendida

se eu falar que foi fácil, vou mentir.

quando eu tentei te conquistar, foi pretendendo provar que eu poderia fazer e sair, sem arranhões, sair ilesa, só por capricho.
então quando eu menos esperei, eu estava me rendendo.

quando eu pensei em fazer você me desejar, foi intencionando só te provocar, provar que eu sei ser mulher, sei ser o que você procurava.
e de repente, eu estava rendida, sem ação.

quando eu arrisquei todo charme e sensualidade nos meus detalhes perto de ti, foi só para você ficar na dúvida de qual era as minhas intenções e se encantar no meu cheiro, no meu olhar, na minha saliva.
e num sopetão, simplesmente eu me rendia ao que eu teimava em não perceber.

quando eu imaginei você vidrado na minha ideologia, no meu gosto, envolvido, misturado as minhas vontades, minhas carícias, eu suplicava ainda à razão que não era nada, além de planos estratégicos para exaltar o ego.
e então inexorável foi a explosão da vontade de dizer que te amo.

Amo.
Rendeu-me a ser menina, a ser sua menina.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Um vírus com arquivo não executável

Sei lá desde quando, mas descobri: meu maior medo é o jargão.

Quando eu era criança, pra disfarçar que eu não era normal, eu, ao invés de boneca, carregada uma carreta vermelha de madeira com todas as minhas Barbies e, óbvio, que a minha Barbie não era noiva como minha mãe queria, era a roqueira com cabelo verde e mini saia roxa. E ao contrário de todas as meninas, eu preferia a toalha do verdão a da Hello Kitty... E assim foi, evitando se ser...

De repente quando eu me via normal, gostando de Xuxa, influenciada pelas primas e aminguinhas de escola, eu decidi que não gostava nem de Ballet, nem de vôlei, eu preferia mesmo jogar futebol. E que não gostava de rosa; a bolsa, a saia, a blusinha, o esmalte era tudo azul ou de verde.

E quando a normalidade insistia em aparecer, eu decidia que não poderia ter cabelos compridos, pois então eu parecia uma jovem sexy dessas de coxas roliças e cabelos esvoaçantes. Então aos 15, eu tinha cabelo channel, aqueles lisos e retos, sem graça. ao invés de rímel, um óculos preto e quadrado para ver melhor, e no lugar do brilho labial, dentes de aço. Quando então o usual era ler capricho ou sei lá, essas revistas de adolescente, eu lia Kafka e lia sobre a filosofia e, quando era comum ser rebelde e ouvir músicas, eu as odiava.

Então eu cresci evitando isso e aquilo, a minha felicidade estava na diferença e nos questionamentos, ai evitando coisas e desvencilhando todas as regularidades, todas as normas, todas as tangências, eu descobri o que eu era.

Mas ai veio a paixão, com a mesma simplicidade e igualdade de um sorriso que eu dava, eram os dos outros e, o mesmo ódio, e o mesmo jeito bobo de amar, vieram todos num turbilhão de jargões, como das outras pessoas.

Descobri então, que por mais que eu teimasse em não ser humana, eu era e, a mesma forma que as minhas lágrimas molhavam meu rosto, as lágrimas alheias molhavam os seus rostos. Tentei não chorar então, para ser diferente e, quando chorei, chorei demais.

Tentei não me apaixonar e, que coração idiota!, resolveu exagerar, se apaixonou demais.
E ao contrário das palavras que se apagam num 'deletar', ele não se vai.

E pra menininha que toda dotada do mais severo ceticismo, isso se explica através da física quântica!, mas não se subtrai como contas, não se dissolve com solvente, não se classifica como síntaxe, é incompreensível a mim.

Jargão?

É um prognóstico.
É um 'se liga'.
É uma autocorrelação.
É uma apnéia.
É uma arritmia.
É uma comitologia.
É uma flexigurança.
É um 'dar um rolé'.

É um tanto de coisa, que você acha descolado, lindo, especial, coisas quando você não sabe o que é, quando sabe, gosta ainda mais, então exibe e, quando vê que não agrada mais, tenta largar e não consegue: impregna, não desgruda, sufoca.

Jargão é um tipo de vírus, que você pega e fica.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

uma palinha

Ele é assim, simplesmente impressionante.
Quando eu falo isso para ele, instantaneamente contesta: Por que?
E é quase inexplicável, faz-me bem sem querer, faz-me sorrir sem intenção, está nele o meu olhar brilhante em cada momentozinho que passa.
Perplexa é essa cumplicidade.
Inusitado foi o nosso encontro, tão perto, tão junto e tão longe. Escondia-se na beiradinha do meu eu, no cantinho da minha percepção, na frestinha do meu motivo de sorrir despretensioso.
Gostoso é saber que você continua ai, meu amigo e, só fez crescer algo que estava em mim, além de amiga, virar sua menina. Foi descobrir o carinho nas palavras, o pudor nas brincadeiras, o respeito pelas vontades.
Foi entender que quando a gente menos espera o universo só conspira a nosso favor, a nossa paixãozinha, ao nosso amorzinho ainda tímido.
A vontade é gritar por ai que nós nos encontramos, mas não precisa, está estampado em nossos bom dia.
Bom dia! :)

domingo, 30 de agosto de 2009

eu saio e volto ao tino muito rápiodo também, acho que a vida me ensinou: senão deu certo, menina, insista somente o suficiente que vai o seu limite, ai pode desistir e ter novos problemas. :)
Daquele amor da última postada sobrou um pouco aqui, mas engarrafei e coloquei na prateleira ao lado do catavento, talvez o use no futuro, nunca se sabe ao certo o dia de amanhã, maaaaaaaas amanhã a gente vê, por hora, preocupo-me com outros problemas.
Ando um pouco estressada, um lapso hoje, uma parada no ritmo, claro que o meu ritmo é bem difícil parar, diminui e avança...
Pensando muito nos amigos, na conversa com um, declarei logo, acho mesmo que há pessoas nesse mundo que nascem para encontrar e viver grandes amores e, outras, talvez como eu, para estudar, trabalhar e talvez ser bem sucedido profissionalmente - é o que resta.
A culpa pode ser toda minha, não discordo, mas concordo com a idéia de que eu não fui treinada para outra coisa também.
Hoje, deixei o vidrinho das emoções na estante, resolvi viver um pouco de cada vez, que sabe a placidez recupere um pouco da sanidade que se esconde nessa rotina?
Ainda bem que nem todas as coisas são como a gente quer, pois se fossem como eu desejo, o mundo correria sempre a 120 por hora, subindo a Rua Augusta na contramão, certo?
Uma hora ia dar tilt! Apesar de me sentir, muitas vezes, um tilt ambulante o tempo todo, todo o tempo.
Eu queria hoje reclamar menos, queria cobrar menos as coisas das coisas, queria sorrir mais espontâneo, mas eu sou quase a insatisfação em pessoa.
o que acontece?
Como é que se faz para tirar toda essa ansiedade?
Como faço para achar um caminho certo, desses bem seguros que eu possa me sentir confortável?
Sei lá!
Sabe lá.
E vamuqué vamu!

domingo, 9 de agosto de 2009

O farol

Ontem eu fui ao parque do Ibirapuera dar pão aos patos... Estava entendiada e achei eu que aquilo me animaria. Fui ao boteco do amigo, tomei uma bela Norteña, fiquei indignada com a lei sobre os cigarros e chocada com uma história de estupro.
O sábado ia muito bem, liguei para uma amiga, ela estava no parque, na montanha russa, esquisito, achei... Talvez seria uma premonição, sei lá, não pirei muito, continuei.
Falei muito com um outro amigo, não velho, mas um ótimo amigo... Impressionante!
De lá fui eu ao Ibirapuera, que fiquei cantarolando 'São Paulo, a cidade que amanhece trabalhando, lalalala', eu fico feliz com pouco e, confesso, que fico triste com pouco também.
Foi perfeito! Até que de lá, a gente se perdeu e, de lá sai para ver o farol de uma das travessas da Avenida Paulista se abrir e fechar 32 vezes. Não sei ao certo quanto tempo isso demorou, mas isso foi suficiente para eu pirar um bocado...
Eu dali, conclui que novamente vou sofrer de amor, não sei se já é o processo ou daqui um tempo terá uma fase pior, mas eu me rendi novamente, não sei ao certo o porquê: fraqueza?
Sei lá, só o tempo vai dizer qual vai ser né?
Eu queria ser menos 8 e 80, talvez eu sofreria menos, talvez seria tudo mais ameno, mais fácil, mas eu não consigo...

sexta-feira, 31 de julho de 2009

eu não sei onde vou parar...
são tantas dúvidas.
será que vou pelo caminho certo? e se eu voltar?
só sei que não aprendi a andar, só corro.
de repente, eu fico sem fôlego e ai, o peito dói, não sobrou nada!
foi tudo como areia quente, escorrendo entre os dedos, pela alma - se é que tenho direito a uma.
por que não poderia ser só um pouco mais fácil? para que todo esse meu humor fosse mais real, fingir às vezes dá caimbra.
talvez se eu tivesse menos celulite?
talvez se eu tivesse cabelos mais longos?
quem sabe se eu fosse mais leve? mas eu sei que eu peso...
impregnada com esse fedor de competitividade, competência, entupida de qualidades inúteis...
onde eu iria usar tanta informação para soprar bolhas de sabão? brincar de bola? ou sorrir com o velhinho rabugento brigando na padaria? pra nada.
se eu ficasse lá no mar perdida como o naúfrago, que eu faria com tantos saramagos e kafkas que li? só para enforcar o grito de socorro ou afogar toda a melancolia?
mas ai, eu olho bem ao meu umbigo e, a felicidade não stá ali saltitante...
o que é a pedra do sapato, eu não sei bem, só sei que não quero mais ela.
agora, pelo menos, teria alguém para pensar no sorriso e, que sorriso.
outra freitag.

sábado, 11 de julho de 2009

Tudo mudou depois de ontem

Hoje acordei relativamente cedo e antes e colocar o pé esquerdo no tapete, olhei para ver se a satanás não tinha cagado ali, então, acordei sem nenhuma merda acontecer. E o diferente da história é que ela também não tinha cagado, não no meu tapete, como de praxe.

Ontem eu perdi a minha paixãozinha de criança, a minha fissura platônica e hoje eu acordei melhor. Essa história é boa de se contar, ainda mais agora.

Eu o conheço desde os meus 11 anos de idade, a gente era criança, de repente não éramos mais e ai, apaixonamo-nos um pelo outro, coisa de criança, gostosa. Alguma resistência para deixar o ideal e virar real todo aquele amor e foi o mais gostoso, até ontem.

Lembro-me bem que mal conseguia respirar quando falava comigo de tanta era a euforia e, tudo acabou sem um beijo. Como posso saber que acabou? As borboletas para ele foram embora, ele não está mais na minha vida e, ontem ele voltou para me testar, foi só uma ligaçãozinha (de mentira) para a minha mãe. E ai, tive a certeza que todas as borboletas tinham ido embora, pois agora era de outra pessoa.

Ai, remete que grandes acontecimentos são sempre marcados, talvez seja a chuva que nos acompanhe, pois sempre chove... E eu fiquei pensando, que a solução de ontem não serve para amanhã. Ontem tive o dia mais gostoso, que faltava-me há tempos, serviu para fazer um balanço e descobri que os exagerados tão me castigando.

Um passado com relacionamento ruim, fez eu transformar-me em uma workaholic louca sem freios e, hoje é um dos exagerados que me perturbam, o que era solução para esquecer que eu era pessoa, domou as minhas vontadezinhas gostosas... Triste.

Mas ai apareceu ele e, ele fez eu sorrir por nada, fez eu cantar por ai, dançar na cadeira e esquecer um pouco da pressa, ontem ele fez eu me distrair da minha seriedade, da minha implicância, do meu perfeccionismo...

E mais blábláblá! Por que a amiga de 15 anos me disse, talvez, como ela, ele demore uns 15 anos para se acostumar com a minha insanidade, mas eu acho que ele já está encantado como eu.

Pode gravar, Li. Eu estou apaixonada.

domingo, 28 de junho de 2009

O amor é corrupto

Cheio de peças, cheio de artimanhas.
Chantagens e nada vantajoso, pelo menos a mim. Além de algumas coisas mais, mas hoje estou de bem do amor!

No final de semana, num bom boteco de Rua Augusta, questionam na mesa o que é o amor e o ódio e qual parte do corpo melhor representa os sentimentos? Conversa fiada de bebedeira mesmo.
Eu acho que ambos ficam na garganta e, nada mais são do que os dois lados do prazer. Não acham? Só para não faltar a resposta... Mas pelo que ele comentou há várias explicações interessantes.

Hoje uma das minhas amigas de infância, casou-se, uma dessas que brincava de esconde-esconde, uma dessas que brincou de corre-cotia, uma dessas que brincou de boneca, uma dessas que soube extamente o dia do meu primeiro beijo e de todas as sensações que eu tive. :)

Tão bom recordar, acho que aquilo sim foi amor. Tô nostálgica mesmo, com aquela cara de paisagem pensando sobre o amor e sobre os velhos amigos.

Hoje minha amiga casou-se e foi viver feliz para sempre. Tão bom lembrar de como a gente imaginaria isso de casamento, a nossa empolgação das primeiras sensações, como era tudo tão fácil e, de repente não é mais...

Aquele medo de sentir-se desejada, aquele medo de ir além de um beijo, aquele medo de sei lá o que, um frio na barriga, dos melhores, um sentimento puro e sincero... Que se perde com o tempo... O amor fez, naquela época, eu acreditar que realmente era um conto de fadas, uma história da Branca de Neve... E depois...

E depois enfim, a gente vê que os amigos e todos aqueles momentozinhos foram o mais importante...
Sei lá.
Ficou bem confuso, uma profusão!
Só um desabafo!

Um sorriso de um nó engasgado...

sábado, 27 de junho de 2009

Abril - o mês do dia da mentira

Mentira! Eu não consegui ainda parar de pensar nele, não tive coragem de fazer nada das minhas pretendidas investidas em cobrar alguma posição sobre as intenções dele e, mesmo que eu nem fale com ele, que eu tente desencanar, eu já encanei.
Ele é cheio de entrelinhas, cheio de mistérios, uma pessoa fechada, que eu já descobri que ele precisa muita mais de alguém do que essa superficial personalidade. Ele não quer ninguém em seus 10%, nem 30%, precisa ser 100%. Difícil compreender esse conceito? É muito simples: ele não gosta de alguém só por ser bonita, só por ser dedicada, só por ser legal, precisa ser uma pessoa inteira, completa.
Difícil ser tão transparente, todos nós vestimos máscaras e somos aquilo que queremos ser ou que esperam da gente, e é o que eu faço, fazia... Pra ele, tenho certeza, que não adianta fingir, sabem? Mas se ser é tão complicadooo, a gente tem tantos defeitos.
Estava conversando aqui com uma amiga, as pessoas no geral têm medo, o que a gente precisa fazer é tirar vantagem desse medo: fingir ser segura ou,como no meu caso, agir como esperam, afinal sempre fui meio louca ou sem freios... Ai só ajo de acordo, tudo normal, porque é o que esperam, enfim...
Ele? Ele é diferente. Ele é uma mentira dessa farsa de máscaras. Se fosse outro, eu simplesmente vestiria a cara de devoradora e o comeria, lamberia os dedos e não olharia para trás. Se fosse outro, eu vestiria a cara de difícil e não correria atrás da preguiça gostosa dele. Se fosse outro, eu ainda vestiria a cara de esnobe, de chata, de petulante e não imploraria por um pouquinho de colo, por umas palavrinhas, por uns beijos, uns amassos... Ai ai. Ele? Mas ele, ele me desarmou com a sua sinceridade. Despiu-me com o seu sorriso de verdade. Instiga-me a ser o que sou, a ter menos orgulho, a fingir que não sou má, com esse ar de descaso, que me seca... Ai ai.
Faz-me ser uma adolescente com borboletas no estômago, ansiosa. Faz eu ter vontade de ficar de espreita nas pontas dos pés, pra vê-lo entrar... Uma palhinha do sorriso dele (imaginar).
Será que ele tem noção de o quanto ele é charmoso? Quanto gostoso ele é? Como ele consegue mexer comigo?
Talvez. Impressiono-me só que um sorriso bem dado não faz a uma pessoa... É. Eu espero o que precisar esperar.
E só para quebrar esse ar todo romântico melancólico agonizante (dramáático),lá vai a frase da noite:
Sexo é como truco, se você não tem um bom parceiro, é melhor ter uma boa mão.

sábado, 13 de junho de 2009

Pierrot.

'Ele tem esse jeito gostoso desde sempre'.

E essa daí foi a descrição que fez eu sorrir e pensar, primeiro no espontaneidade de um homem atraente daquele jeito e, como o cara de quem falávamos é especial, realmente.

Eu estou meio apaixonada, só meio porque sou durona, não assumo assim fácil, sem tal reciprocidade! Firme, que é outra história, que mesmo cega, ainda fez eu perceber quanto o amigo do meu querido amigo realmente me chamou a atenção, aquele sotaque de mineiro e um sorriso contagiante, uma gostosura a parte de se olhar.

Voltando ao assunto desse texto, o querido amigo, que ontem bebeu todas e, eu até me senti orgulhosa de mim, porque além de vê-lo bêbado, eu tava sã, sóbria, não tinha agarrado ninguém e parecia outra pessoa normal - a não ser pelo pijama (que também é outra história, essa de bar). Falou-me coisas que me fizeram pensar, eu realmente precisei daquele porre e fazer aquele monte de cagadas...

Enfim, o foda que na embriagues dele, eu ouvi verdades de verdade e, até me leu, o meu problema mesmo e mesmo sendo foda de aceitar é que sou meio carentona: NA LA-TA.

Tive que admitir, tô assim realmente. Mas ai pensei em como ele é foda, porque ele falou tanta coisa que grudou no céu da minha boca que não queria concordar... Pensar, até sou uma pessoa melhor e melhor! Não quero vê-lo triste, não quero vê-lo sofrer, mas na verdade só consigo falar, a gente não consegue ouvi-lo.

A gente consegue amá-lo mais não o entender, a gente consegue rir com ele, adorar o jeitinho dele de ser, mas na verdade mesmo a gente só quer ouvi-lo um bocado!

E, desde que ele entrou na vida, eu sou de novo, um pouco menos de mentira.

Chears.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Coincidêनकिया será?

एउ कुएरिया सबेर पोर्कुए मु ब्लॉग tá ट्रांस्फोर्नान्दो तुदो ओ कुए एउ एस्क्रेवओ नुमा सोपा दे लेत्रिन्हस कुए एउ nãओ कांसिगो एन्तेंदर।
ओ इम्पोर्तानते मेस्मो कुए होजे रेसोल्वी कुए एउ प्रेसिसो दे उम नामोरादो: nãओ इम्पोर्ट!
ई फुई प्रोकुरार अल्गुमस मंदिन्गास नो गूगल! :डी अह, सिंसरामेंते तुदो मुइतो कोम्प्लिकादो ऐ, मिंह preguiçअ एरा मैओर कुए अ वोंतादे मेस्मो दे एक्सेचूटर अल्गुमा दकुएलास कोम्प्लिकादास रेसितास!
ऐ ई cá एउ एस्तावा पेंसंदो सोब्रे ओ दिया डॉस नामोराडोस सेर उमा डाटा कोमेर्सिअल ऐ सोब्रे अ परदा गे! एवेंतो कुए अचोंतेस नो próक्सिमो दिया १४ दे जुन्हो अकुई एम् संपा! :)
मास फोई इस्सो, अचो कुए aléम दे एक्सागेरादा अंडो विअजनते देमैस, ओ पेंसमेंतो एरा: será कुए ओ दिया फोई एस्कोल्हिदो एस्त्रतेगिकामेंते पारा कैसो alguéम तेंह dúविदास से देसिदा न हो-रा?
हा-हा।

beijomeliga

sábado, 30 de maio de 2009

Meu pai, meu herói

Hoje eu fiquei maior brava.Semana passada eu fui consertar um par de sapato meu que é meu xodó, aliás levar lá para ele arrumar uma cagada que ele mesmo tinha feito.
Não sei se todo mundo entende, mas eu levei para trocar o saltinho e, o cara me convenceu que precisava trocar o solado, enfim, como é o trabalho dele, imaginava eu que ele entendesse mais do que eu. Em menos de um mês o sapato ficou pior do que estava antes, sendo que só o uso às vezes. Resolvi então, levar lá para ele arrumar, já que ele já tinha feito outros calçados e ficaram super bons.Eu acredito sempre que é melhor usar os serviços do bairro, não tem necessidade de levar nessas grandes redes, afinal o sapateiro do bairro é mais pessoal, o negócio é dele, eu esperava que ele quisesse atender bem melhor os seus clientes do que esses fast-services de shoppings e super mercados.
Cheguei lá, falei com a atendente que é a dona, expliquei a situação e, ela surpreendentemente fala que não se recordava de mim, bom até ai o menor problema, mas fiquei puta quando ela disse que tinha dispensado o outro sapateiro porque ele nãoatendia direito e, que iria me cobrar baratinho já que eu tinha feito anteriormente lá.
Eu respirei fundo, deixei o sapato lá e sai pensando só, que era melhor não discutir antes do serviço pronto, quando eu fosse retirar a gente conversaria melhor. Passou a semana e eu fui lá, já com os sentimentos bons de sábado de manhã ensolarado.O infeliz do sapateiro super irônico novamente, começa com os comentários imbecis e a demorar no atendimento.No fim, depois de ele quase não achar meu sapato, ele fala que o meu sapato não tava pronto e que tava super ruim de arrumar blábláblá.
Bom nessa hora quando eu olhei meu sapato todo sujo, já me deu um aperto no coração, perguntei quanto ficaria pronto e, claro, pela cirscunstância iria ficar um pouco além do valor estipulado.
Os meus pontos são: primeiro, eu tô dentro do meu direito, pelo tempo que foi feito o serviço. Segundo, foda-se se ela trocou de funcionário a responsabilidade continua sendo da sapataria e, por último, como é que ela mesmo fala mal do funcionário anterior, como eu vou confiar que agora ela está certa que fez uma boa escolha. Eu tinha deixado com o sapateiro anterior DO-ZE pares para consertar!!!
Grrr, muito brava!!! Peguei minha vontade de esganá-lo e sai. Chegando aqui pertinho de casa vejo meu pai conversando com os vizinhos na praça, obviamente eu já tava com uma cara de choro.
- Pai, vamos comigo lá na sapataria resolver o problema com o sapateiro!
Meu pai estranhou muito, porque geralmente eu resolvo tudo sozinha e a outra, é que meu pai é a pessoa mais calma desse mundo, pacífica e que quanto menos problemas ME-LHOR.
- Mas o que eu vou fazer lá?- Você não precisa fazer nada, só ouvir a explicação do sapateiro.
O detalhe que meu pai é japa, que ia adiantar um japinha lá falar com o sapateiro? Ai é o caso, eu odeio isso de quer que usar esse tipo de argumento, mas meu pai é um japa, tipo com 95kg e quase 1,80 de altura.
Chegando lá, eu puta da vida e já chorando, o sapateiro me vê e fica branco, obviamente já que eu tava com o meu papai. Começo a falar um pouco exaltada: vai agora explica a situação do meu sapato para o meu pai, que VOCÊS CAGARAM COM ELE, QUE VOCÊS QUEREM COBRAR POR UM TRABALHO MAL FEITO POR VOCÊEEES MESMO E QUE EU VIM BUSCAR E VOCÊ ACHA QUE TALVEZ ESTEJA PRONTO NA QUARTA-FEIRA! VAIIII...
O bicho começou a gaquejar e com o jargão dos malandros de 'veja bem', não havia a menor necessidade de o meu pai ter ido lá, que ele não ia cobrar nada, que o serviço dava para fazer até segunda-feira e meu sapato ia ficar muito bom!
Impressionante, não?Meu pai, meu herói!!!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Catavento

Hoje eu resolvi fazer meu catavento.

Tava num barzinho agora pouco pensando na vida e claro, observando as pessoas.
A cantora era simplesmente encantadora, uma simpatia em pessoa e tinha uma voz que realmente nos inundava de prazer em ouvi-la.
Eu na verdade, tive um dia punk desses que se fica dopado até, mas até esqueci e só sorria...
Cantarolando 'De samba pra gente sambar'... Que me lembra coisas muito booooas! ai ai - suspiros. :)

E ai cheguei em casa morrendo de vontade de fazer meu catavento.
Sabe que o catavento também, como o baralho, é um encantamento de invenção que não se sabe ao certo quando foi criado.


A inspiração é dos moinhos de vento, que servem para gerar energia, moer grãos... Mas em forma de brinquedo diz-se que é dos orientais. Eu bem imaginava por sua minúncia, como os origamis (que também adoro - outra tatuagem).

Ai, como a inspiração de hoje é de satisfação, eu fiquei imaginando como um monte de pazinhas que cavam o ar e ficam ali naquele movimentoooo cíclico e tão hipnotisante podem nos divertir tanto.

Eu fico ali observando como pode ser tão divertido e o soprando tentando imitar o vento - claro, que o fôlego mal cuidado não consegue a tal proeza. O que conclui foi que o meu catavento também gera energia, gera só a empolgação do meu bom dia. E estar satisfeita em pelo menos ter falado: te gosto!

Um catavento que cataliza bons sentimentos, claro que descobertos um pouco tarde (TAL-VEZ), mas que ainda me rende a tão boa vontade de querer ficar melhor só por ser melhor.

Uma ótima Frei TAG! Elas sempre nos condenam a sorrisos saltitantes, que nos pegam só naquele pensamento à toa.


Meu catavento tem dentro o vento escancarado do Arpoador
Teu girassol tem de fora o escondido do Engenho de Dentro da flor

Eu sinto muita saudade, você é contemporânea
Eu penso em tudo quanto faço, você é tão espontânea


Composição: Guinga - Aldir Blanc

Eu também quero levar meu catavento lááá em Arpoador! :)

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Blefe - Parte II

O que a gente aprende é nosso e só nosso.
A gente aprende que quem realmente vai embora, só se vai, sem avisar...
Que tudo que é feito num susto, realmente nos toca mais, nos pára, nos consome.

Tudo que a gente quer às vezes não pode ser mantido, pois nem sempre o que é melhor para gente e, é para o outro.

Quem joga, não tem direito.
A vida seria bem mais fácil se todos fossem claros, que por mais que ajamos dessa forma, a culpa nem sempre é toda nossa.
Por que o que a gente aprende também faz a gente ficar mais astuto, mais calejado, menos divertido, mais carrancudo. E claro, a julgar precipitadamente.

E aonde eu vou com toda essa carga? A lugar algum, só procuro o que eu acho que é melhor, de um jeito desastroso.
E se eu fosse realmente embora, diga-me só para onde eu iria?
Ali mesmo donde eu nunca sai: do trabalho exacerbadamente trabalhado, dos livros exageradamente devorados e, claro, do andar por ai, tentado ser exatamente esse repente, esse susto, essa má impressão, que sempre me vestiu muito bem!

Incrilvemente ai ainda estou aqui e, não saio tão cedo!
Finjo-me muito bem.





quarta-feira, 20 de maio de 2009

O blefe

Bom, hoje eu acordei com aquela vontade dananda de escrever.

Ne verdade, desabafar. Realmente eu nunca vou mudar, vou ser sempre essa pessoa sofrendo por alguma coisa e fingindo ser essa máxima em felicidade e perfeccionismo, entre trabalho e uma vida social bem ativa.

Eu lembrei hoje de um livro que eu li em 1998, sabe qual a idade que eu tinha então? (Precisei usar a calculadora) Eu tinha 14 anos. O Dia do Coringa era o livro. Muito bom, pelo menos, eu gostei.

Nele fala sobre o baraho, como é fascinante. Sabem que o baralho tem exatamente a mesma quantidade de cartas de semanas que tem num ano? Falam que o Rei representa o Diabo, Rainha, Maria e o Valete, Jesus. Enfim fora essas, os naípes, dois vermelhos, que representam as estações quentes do ano e, os escuros, as estações frias: Outono e Inverno. 13 cartas para 13 ciclos lunares. E o coringa? Bom, e o ano bissexto? É isso mais ou menos... Bom, minha fascinação pelo baralho, esse tal instrumento de jogos de 'azar', é tanta que tatuei em minha pele os naípes.

Na verdade também, porque sempre encarei a vida como um jogo... E mais ainda, acho que a beleza de jogar está na sagacidade de ganhar, como já citei antes em outro texto, nem sempre ter as melhores cartas fazem você ganhar o jogo, precisa certo manejo, certo envolvimento, até manipulação...

Eu tinha ouro

Eu de repente me vi ali, pasmada, sendo roubada da realidade, pensando em alguém à toa, o tempo todo. Eu estou absolutamente encantada, perdi o tino para o jogo, fiquei insegura e, para alguém que leva a vida tão estrategicamente planejada, algo que desautomatiza isso tudo, só retoma ao ego e a claro, fazer algo totalmente sem pensar: Truco.

Ele é realmente uma incógnita a minha percepção e interpretação e agiu com tanta placidez que ainda me soou muito rude. Pedi 9.

E num zás com só o jeito dele de dizer tudo em entrelinhas, eu saquei que tinha perdido o jogo, ele era o Zap. Simplesmente esmagou meu Copas, sem dó. Daquele jeito de final de jogo... Fiquei estatelada. Eu não precisava ter posto tudo a perder, porque ainda era o começo de um 'jogo', mas eu sempre atropelando tudo, poderia ter analisado mais cartas, poderia ter ainda deixado ele começar ganhando, mas prefiro tudo rápido, em um estalo.

Ai vi que nem tudo é jogo. Que nem tudo é do jeito que a gente quer. Eu aprendi cedo que toda ação retoma-me em reação. Tudo tem um preço.

Na verdade eu mesma fiz minha cilada, criei algo que não saberia lidar...
Ele não poderia ter sido mais sensato. Menos gente grande. Tão limpo.
E é por isso que assim se está, realmente foi um grande erro.

domingo, 17 de maio de 2009

o maço de Galaxy e o dente do Siso

Ontem foi um dia daqueles de ir ao cinema sozinha, de andar por ai sozinha e pensar na vida, sozinha.

Tomei um porre sozinha, desses de ter ressaca e ficar filosofando sobre a vida.

Fui a livraria antes de ir ao cinema, aliás, passei na porta do cinema e vi o horário do filme que eu iria ver num sábado, dia de casais ir ao cinema e, eu sozinha. Não me incomoda muito, incomoda mais o dente do Siso nascendo, acho que finalmente tomarei juízo, né?

O filme? Serve qualquer um, afinal depoisnão ia ter que comentar com ninguém, só decidi que não seria nenhum daqueles que a minha crítica ácida julga como ruim.

Beleza. Lá fui eu a livraria, lançamento de um desses joguinhos de nerd. Nerd não feito eu, nerd de outro jeito, argh! Tomei meu café, um americano, que é mais fraco ainda que o carioca, afinal de acidez já bastava a minha crítica.

Um livro bom, eu gostei: Coimbra escreveu Mulheres. Li ele tomando uma cerveja no bar. Identifiquei-me muito com Janete, a personagem do primeiro capítulo e muito, com o segundo capítulo 'como ir sozinho ao cinema', ah, o terceiro também, com o namorado que sempre seguia aquele mesmo roteirinho com o sexo. Diverti-me muito com esse tal Coimbra.

Comprei uma revista também: Super Interessante em algumas idéias que podem ser que se transforme em reais daqui um tempo. Uma delas, acho que o teletransporte, depois de uma cerveja, pegar metrô foi o suficiente para eu vomitar até meu baço! Maior vexame, mas é a vida.

O detalhe é que conheci um casal gay que é maior gente boa, demos ótimas risadas.

E a moral, que eu descobri que minhas expectativas realmente avançaram além da conta em um certo ponto da vida, que depende também das expectativas de outro, resumindo: tudo que é vivo morre!

Exceto as bactérias e águas vivas. Não como o amor, o tesão! E pessoas...

Enfim, o Galaxy do título é por causa do maço que fui comprar do meu e não tinha, ai comprei um Galaxy, desses cigarros que era a pompa há um tempo atrás. E hoje? Uma ressaca moral brava e o dente do Siso que não pára de me incomodar.

Café, café, café!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Tensão pré-feriado para uma Workahoolic

me peguei lendo outro livro: ecce homo.mas pirei.
achei que fosse um sinal, como 2 livros em uma mesma semana eram os últimos de ambos os escritores?
é, coinciência demais pra mim.
ai lembrei que sempre fui exagerada, nunca soube ser nada mais ou menos, nada tanto faz, nada deixa pra lá.
pensei então, era um sinal mesmo, hora de pensar em viver um pouco mais sem isso de exagerado, levar as coisas em banho-maria, sabem?


uhn, será que dá? é, então, lembrei que não.
Ai foi isso por hoje.